10 de mai. de 2015
Feliz dia do Manheeê, vem cá!

A função materna tem o objetivo de
cuidar e nomear as experiências vivenciadas pela criança, que ainda não possui condições
maturacionais para significar o que se passa com ela. Um período de vivência
marcante para a mãe e muito importante para a boa sobrevivência do filho, visto
que é a partir desta relação que sua vida psíquica e emocional será
constituída.
A maternagem não se restringe ao
sentido biológico e social, pois se trata de um processo de construção, efeito
de uma operação psíquica a ser exercida por um adulto que exerça o papel, seja
este homem ou mulher, que promova os cuidados físicos e afetivos necessários à
criança.
Faz-se necessário sempre renovar as
reflexões sobre a importância de valorizar a função materna, para que seja
possível construir uma autorização subjetiva para exercer a função, sem tantas
perdas sociais, profissionais e pessoais.
O convívio nem sempre é fácil e os
aprendizados nem sempre tão fofos. Muitas vezes é preciso perder algo para
ganhar um filho e isso pode até doer em alguma época da vida. Ser mãe é
presidir a própria casa e colocar ordem em muita crise, sempre, reescrevendo a
própria história e ajudando a apontar o lápis dos filhos para que eles possam
escrever a deles.
Desejo um Feliz Dia das Mães a
todos que ocupam este lugar de significação e ofereço um afetuoso abraço a quem
aprende a maternar diariamente.
Feliz Dia das Mães!
Psicóloga Mayara Almeida
mayarapsicologia@hotmail.com
1 de mai. de 2015
Bastidores do estudar (e do viver)
Estive refletindo estes dias, sobre como estudar tem acompanhado os meus dias e, de forma mais intensa, desde que iniciei a graduação em psicologia: 5 anos de curso e em breve, 5 anos de formação. Assim, em agosto, completará 10 anos que estudo o comportamento humano e suas diversidades. Este exemplo para fizer que, estudar de forma organizada e flexível ao mesmo tempo, traz aprendizados para a vida inteira.
1. É preciso definir objetivos
Quando estudo, organizo anteriormente os materiais que irei ler ou consultar para que possa atingir o meu objetivo. Sim, é preciso ter objetivos ao estudar, ou então, faremos algo em direção ao nada. O fato é que esta atitude de definição do que desejo ao final de cada momento de estudo, ensina a cumprir metas e acrefitar que elas são importantes e sim, aprender que, vez por outra, precisamos de um tempo maior do que aquele que pré - determinamos para realizar. É possível aprender ainda que, a estratégia precisa ser outra e adiar pode ser necessário, mas dedistir é sempre uma escolha.
2. Conviver com disciplina e liberdade
Recordo que, durante a universidade, seminários, fichamentos, relatórios, eram frequentes, além dos testes ou provas específicas. Por isso, eu buscava dar conta durante a semana, para que nos finais de semana eu pudesse descansar e escolher de que forma utilizaria o neu tempo livre, que se não tivesse disciplinado, certamente acumularia para amanhã, e depois, e depois. Se você aprende a ter disciplina, ganhará liberdade, pois terá tempo após ter concluído o seu dever. Mas lembre-se: disciplina está diretamente relacionada com limites. Eu tinha hora certa para dormir, nada de virar a noite e procrastinar a atividade. Cansada e indisposta, eu certamente não aproveitaria nenhum pouco a liberdade conquistada.
3. Estimular menos a crítica e mais a valorização
A partir dos oitavo período, houveran algumas fortes mudanças na rotina: pela manhã, eu estava no estágio obrigatório, à tarde iniciei um estágio profissional (trabalho remunerado) e à noite assistia aula na universidade. Foi necessário rever as estratégias de estudo e por um tempo o sábado foi utilizado para estudar tbm. Ao longo do tempo de estudo e trabalho é interessante notar como lidamos com os problemas e dificuldades. O tempo fica mais curto mas se você faz a sua parte na vida, deve valorizar este esforço. A crítica mal direcionada, paralisa. Valorização impulsiona e precisa começar dentro de você.
24 de abr. de 2015
Quando a mudança pede passagem.
Sabe aqueles momentos em que você percebe-se sem direção? Parece
que aquelas bases onde você costumava apoiar-se, já não te sustentam ou não
estão mais ali. Sem certezas. Como se algo por dentro desejasse mudar a rota,
realizar outro movimento. Geralmente, esta sensação vem acompanhada de angústia
ou dúvida sobre o que e como fazer dali em diante. E de fato, o convite que
está sendo feito nestas situações é exatamente a caminho do novo: novas
relações, novas ideias, um novo olhar sobre a própria vida. O nosso ser
sinaliza de diversas formas, quando não estamos sendo coerentes com a nossa
verdade.
Não perceber estes sinais, muitas vezes leva ao
adoecimento emocional. Acho importante se perguntar: qual é mesmo o problema? E
o que posso fazer para resolver ou amenizar a situação?
Quando este movimento se aproxima, podemos escolher como interpretar e sugiro aproveitar o convite da vida a olhar para outros ângulos, contemplar outras coisas, andar com as próprias pernas ou até mesmo voar, que seria realizar aquele sonho que está há tanto tempo guardadinho dentro de você e precisa sair, acontecer e respirar. Sair de casa para viver. Sair de dentro de você.
Antes de qualquer relação, nós precisamos mais de nós mesmos. E todos os dias fazer algo bom. Costurar afetos. Desenvolver o seu potencial interno. Como num diálogo da ficção O Fantasma da Ópera: "Não pense como as coisas poderiam ter sido. Pense em como elas podem vir a ser". E deixar a mudança chegar.
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