1º Café com Ideias



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O 1° Café com Ideias aconteceu no dia 17 de junho - sábado!!! 📄 Um encontro para compartilhar reflexões sobre propósito de vida, autocuidado e desenvolvimento pessoal, utilizando a escrita terapêutica e, ainda, proporcionar trocas do bem. 

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Conhecemos algumas formas e teorias mas ninguém se conhece por inteiro, porque conhecer a si mesmo não é um fim, é caminho, jornada. Buscar o autocuidado para diminuir arestas e aceitar que o processo de transformação é exercício diário e exige de mim [e de você] outro olhar, outras atitudes, é uma boa maneira de produzir saúde emocional. É preciso buscar aprendizagem em cada cicatriz, transcender e enxergar além deste real e não se limitar demais para se permitir continuar sendo a sua melhor versão.



Insistir em si, é um jeito lindo de continuar a seguir.
Permita-se!


- Depoimentos -

"Momento rico de vivência, harmonizador e reintegrador para o "ser-si". Quem não pára para si, não tem tempo pra nada nem pra ninguém. Meu exercício, meu "Desafio Diário" é parar para mim! Muito obrigada Mayara Almeida. Por mais re-encontros assim". - Mãe, Pedagoga e Psicopedagoga.

"Foi ótimo, momento de conexão com o meu verdadeiro EU! Gratidão". - Mãe e Empreendedora.

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Livro Infantil: Pelos Poderes de Shirra

| R$ 35,00 |

Este livro nasceu de uma inspiração pessoal da minha infância. Gostava de assistir aquela heroína que segurava uma espada e dizia em alto e bom som: eu sou Shirraaa! Ali, desperta a um misto de empoderamento e encantamento que dura até hoje e, assim, decidi permitir nascer o meu primeiro livro infantil. Está lindo e colorido. Cheios de boas mensagens e imagens. Vem conhecer mais!

“Pelos Poderes de Shirra” conta sobre uma garotinha e sua maneira de lidar com o mundo. A história acontece, na maior parte do tempo, no ambiente escolar, onde a Shirra compartilha gentileza e imaginação, junto de seus amigos Liz e Guto. A professora valoriza e fortalece, naturalmente, as boas atitudes das crianças. Assim, Shirra vem nos pegar pela mão - pequenos e grandes - e conduzir às infinitas possibilidades infantis, lembrando que há sempre um grande herói ou heroína, dentro de cada um de nós.

✓ Pode ser utilizado no consultório ou escola, como ferramenta para trabalhar a autoestima, autorização das habilidades individuais, bem como estimular atitudes de gentileza.


✓ Também com adultos, como dose de imaginação necessária para produzir mudanças; é preciso sonhar e, muitas vezes, embotamos este percurso.

Adquira o seu!

Editora Penalux.

Ilustrações de Roger Cartoon.

Mayara Almeida
Autora - Psicóloga e Escritora
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E se a criança chupa o dedo?

Alguns bebês começam a chupar o dedo desde o ventre, como forma de adaptar-se ao lugar em que cresce e se desenvolve. Também podem cruzar as pernas, levantar a mão e até flexionar os lábios, formando um sorriso. 

Até por volta dos três anos, o hábito pode ser comum e cessar naturalmente. Algumas crianças fazem transições da chupeta para o dedo, porém, crianças entre três e cinco anos que ainda são nutridas através de aleitamento artificial (mamadeira), são saciadas mais rapidamente e isto pode levar a uma continuidade da necessidade de succão, buscando nos dedos ou chupetas, uma substituição do conforto.

Mesmo que tenha sido um hábito desde o ventre, pode haver um processo de ganho emocional envolvido; e não existe uma resposta pronta, pois cada criança está ligada a padrões conscientes ou não, e reagem de forma particular às situações que as afetam. Assim, se o comportamento persistir, converse com a criança, observe quando a situação acontece ou persiste e busque orientação de um profissional, para que seja possível pensar juntos e avaliar, pois antes de qualquer técnica, é crucial perceber e ouvir os pais, além de "ouvir" a criança, diante daquilo que, tantas vezes não diz, mas faz.
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A história do "bubu" encantado



A infância é este lugar de afetos, e interações com pessoas e objetos de forma importante, para ajudar a criança, diante das aprendizagens e passagens entre as fases de desenvolvimento. Paninhos, chupetas, ursinhos, podem funcionar, por vezes, como objetos transicionais, com esta função de ajuste e acolhimento necessários mais intensamente, para algumas crianças. Enquanto profissionais, temos a função de caminhar junto para apoiar e fortalecer a personalidade diante das mudanças necessárias. Criar histórias junto com a criança, torna possível passar pelo caminho assustador, sentir os medos e enfim, poder falar ou demonstrar sobre o que nem sempre é confortável. 

Abaixo, criação minha (negrito) e de uma criança de 3 anos (vermelho) que estava passando por um processo de despedida do "bubu" (chupeta). A imaginação livre foi a condutora principal: eu iniciei, a criança continuou e quando ele parava, eu incentivava: "o que mais?" ou "e aí?", até que ela resolveu silenciar e eu finalizei.

Vem ler e se inspirar se tiver algum pequeno que precise de uma historinha!



A história do "bubu" encantado

Era uma vez um bubu encantado, que vivia no mundo dos bubus. Só ele era encantado porque tinha o poder de se transformar em tudo aquilo que o seu dono quisesse. Certo dia, alguém compro-o no supermercado e levou para casa. Sem saber que era encantado, desejou ser um... astro de papel. A magia era tão forte, mais tão forte que, logo apareceu o seu desejo. O bubu era quadrado, mas ao se transformar ficou transparente. E ele se transformou em uma princesa. E princesas não usam bubu. Aí ele virou um lápis encantado e tava muito bravo, pois já não era um bubu. Ficou de transformando em várias... coisas, estava descontrolado e então, sumiu.

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