A maternidade e seus desafios



O nascimento de um filho é potencialmente um momento de crise, independente da forma com que chegou, porque, necessariamente, a mãe terá que dar conta de muitas questões identitárias: deixa de ser somente filha para tornar-se mãe, vem à tona as experiências do relacionamento com sua própria mãe, questiona-se a respeito de que tipo mãe quer ser, entre outras reflexões.

A partir da escuta de mulheres grávidas do segundo filho, observo que os aspectos mais ressaltados, não se referem à plenitude vivida nesse momento – como comumente se imaginou durante tanto tempo – mas sim, às dificuldades enfrentadas a partir da chegada de mais uma nova etapa. Os principais temas relatados são: falta de apoio do companheiro, seja nos cuidados com a casa, com a outra criança e ainda, sobre a valorização enquanto mãe, crise profissional e dúvidas sobre precisar ou não de uma babá para ajudar nos cuidados com duas crianças, numa culpabilização sobre não dar conta. Ainda, a surpresa de ser ouvida sobre suas angústias e dúvidas: "estou até me sentindo valorizada". Daí, um pequeno recorte da importância de programas e projetos pré-natais, que acolham a realidade da gravidez.

Sem fazer juízo de valor, acredito que precisamos compreender os limites colocados em nosso dia-a-dia diante da maternidade e paternidade. Diminuir a carga social e pessoal que é colocada diante de cada mulher-mãe que vivencia a realidade de maternar. Como diz o provérbio indígena que valorizo: "é preciso da aldeia inteira para criar uma criança".
Leia Mais

Técnicas para estudar com qualidade


– É necessário estabelecer um horário e quanto tempo você terá, diariamente, para o estudo.

– Faça uma lista dos assuntos considerados mais difíceis, e dedicar maior tempo a estes.

– Estabeleça tempos de estudo de 40 minutos e 15 minutos de descanso. Para o descanso: olhe, durante 10 minutos, para algo que esteja a uma distância de 2 ou mais metros, com tranquilidade, respirando suavemente, relaxando. Em seguida, eleve suas sobrancelhas umas cinco vezes, mantendo-as alguns segundos tensionadas, depois relaxe. Respire profunda e lentamente, durante dois minutos.

- O método L.S.E.R.M

L = Ler: O primeiro passo para o estudo é realizar a leitura do texto que deverá ser apreendido.

S = Sublinhar: Diante de cada parágrafo, pense em uma pergunta e sublinhe qual poderia ser a resposta. O sublinhado deve nos dar, numa simples olhada, a informação realmente importante.

E = Esquematiza: Você sabia que a memória registra melhor os desenhos do que as palavras? Se organizarmos a informação em um esquema, a lembrança será muito mais rápida e significativa.

R = Resumir e Repassar: Resuma somente as ideias importantes com as suas próprias palavras. Depois revise, fale em voz alta e reforce a informação.

M = Memorizar: É consequência por ter realizado com êxito, os passos anteriores.

⏩Desejo um ótimo progresso para você!

Mayara Almeida 
Psicóloga - CRP 13/5938

Leia Mais

Princesas ou Desprincesamento - eis a questão



Nem tanto, nem tão pouco - ou seja - é preciso buscar o equilíbrio quando o assunto são princesas e contos de fada.

Acredito que desejar ser princesa ou  representar, vestindo fantasias, é algo natural e saudável na infância. Reprimir as crianças diante deste aspecto da fantasia é nocivo e pode ter efeitos sobre a personalidade. Os contos correspondem simbolicamente ao movimento de passagem que aquela criança pode estar vivenciando ou almejando. É extremamente importante é estruturante que a criança tenha seu momento princesa, bem como bruxa, rainha má, guerreira ou até Bob Esponja. A fantasia é aliviante, porque lá, tudo pode sem desconstruir o real.

Portanto, deixe a criança ser princesa ou monstro, se esta atitude surgir espontaneamente, pois no fim das contas, todo conto fala sobre nós: do que temos tanto, ou não temos mais e, por isto, talvez incomode neste momento.

Mayara Almeida 
Psicóloga - CRP 13/5938
Leia Mais

A Depressão em imagens


Ano passado, escrevi este post sobre a Depressão: Em tempos de Depressão. É um assunto que estudo e acompanho na clínica e, portanto, dia desses resolvi pensar numa maneira de tornar mais concreta, a compreensão sobre o assunto, fazendo um paralelo com a teoria e as descrições das sensações e vivências que acolho.

Para as imagens utilizei recortes de revistas, alguns objetos e uma flor natural para dizer sobre algo delicado, profundo, intenso e, por vezes, confuso e desconexo - porque assim, também, pode vir-a-ser, considerando a realidade de que existem DEPRESSÕES e, assim, peculiaridades que diz respeito a cada uma delas.


Há algo acontecendo, de um jeito sensível psiquicamente, que nem sempre aparece externamente, mesmo que esteja com a melhor e mais colorida roupa. É algo invisível por dentro.





A compulsão alimentar ou por compras, também pode ser um alerta para um cuidado emocional mais adequado. A mente está em dificuldades para lidar com aquilo que necessita de atenção e, busca uma saída externa para ocupar os espaços confusos. Saída esta, que precisa ser identificada e organizada para não gerar um novo conflito psíquico.



Fica difícil concentrar-se, pois o nível de ansiedade, geralmente está elevado e parece que as portas mentais fecharam. Não é possível adquirir novos conhecimentos - uma simples linha, durante uma leitura, pode exigir um enorme esforço físico e mental - assim como atividades diárias, podem tornar-se intensamente cansativas e sem sentido.



Não apenas a passividade, mas a agressividade também é sinal importante para cuidarmos de si ou daquele que está próximo. Mudanças de humor, seja para qual extremo for, merecem atenção e cuidados específicos.

*

Lembrando que para um diagnóstico adequado, profissionais especializados devem ser consultados: psicólogo e psiquiatra.
Compartilhe este post e vamos disseminar, juntos, os cuidados necessários à saúde mental! Conto com você.

Mayara Almeida 
Psicóloga - CRP 13/5938
Leia Mais


 

Psicóloga Mayara Almeida © Copyright - 2012. Todos os direitos reservados. Layout criado por Web Layouts