30 de jan. de 2015
Violência contra a mulher
O comportamento agressivo ou violento, seja ele, da forma mais mascarada ou concreta, afeta a vida do indivíduo em todos os aspectos, podendo, certamente gerar: um sentido obscuro de culpa, acreditando que a situação foi gerada pela própria vítima agredida; dificuldades afetivas, ou privações emocionais: medo de não ser reconhecido, não ser amado, de não ter ou ser o suficiente e medo de perder. A violência contra a mulher poderá desenvolver um estado crônico de terror, que, paradoxalmente, faz cair em um estado de submissão e possível deprimência grave.
É importante esclarecer que: assumir a condição de vítima pode ser paralisante
para sair desta situação. Com esta nomeação: “vítima”, a mulher depende de
outro; porém, quando a mulher é referida como “estando em situação de
violência”, ela está em outra condição, ou seja, ela acessa um lugar de
passagem, pois é um sujeito na situação, e não um objeto. O fato de “estar” em
uma situação, oferece a possibilidade da mudança, mobilidade subjetiva que
compõe esta condição. Posteriormente, é muito importante procurar ajuda, deixar
que alguém saiba e possa ajudar na resolução da situação que causa sofrimento e
desconforto individual e/ou social, para que a mulher possa, então, tomar
consciência de seus recursos psíquicos, e desvincular-se do homem; pois só assim
é possível deixá-lo, e escolher seu próprio caminho.
Assim, o tratamento psicológico para reaprender a lidar com a realidade é extremamente necessário.
22 de jan. de 2015
Depressão Infantil
Há 9 anos atrás, quando eu ainda era estudante, fiz um trabalho junto com outros colegas, sobre Depressão infantil: uma incidência enorme e que perdura até hoje, lastimavelmente. Na verdade, sabe-se que os casos são até mais antigos, mas trago este tempo em número para alertar sobre esta realidade que, muitas vezes, desenfreadamente, negamos.
A depressão em crianças existe sim e, como outros transtornos mentais, pode ser acionada por qualquer experiência frustrante que a criança tenha enfrentado, como separação dos pais, morte de um parente, bullying na escola, abandono, abusos físicos ou psicológicos e alterações no padrão de vida. Além disto, o estilo de vida que levamos pode favorecer a manifestação da doença, bem como, fatores genéticos exercerem influência: quando há episódios de depressão na família, a probabilidade de a criança desenvolver algum transtorno mental aumenta.
A depressão em crianças existe sim e, como outros transtornos mentais, pode ser acionada por qualquer experiência frustrante que a criança tenha enfrentado, como separação dos pais, morte de um parente, bullying na escola, abandono, abusos físicos ou psicológicos e alterações no padrão de vida. Além disto, o estilo de vida que levamos pode favorecer a manifestação da doença, bem como, fatores genéticos exercerem influência: quando há episódios de depressão na família, a probabilidade de a criança desenvolver algum transtorno mental aumenta.
Enquanto o adulto sofre com alteração de humor, falta de prazer em viver, de executar as tarefas, recolhimento, alterações de sono e de apetite, nas crianças, é mais comum o quadro de irritabilidade, agitação, explosões de raiva, agressividade, tristeza, sensação de culpa e melancolia.
Busque entender o contexto do seu filho, observando a duração dos sentimentos (mais de um mês já é preocupante), a intensidade e de que maneira eles estão afetando a vida da criança. E jamais, compartilhe o estigma de que a depressão é “frescura”, “fase” ou “doença de louco”. Porque definitivamente, não é. Palavra de quem acompanha diariamente casos e situações neste contexto.
12 de dez. de 2014
Comprar, comprar e... O que eu busco com isto?
Comprar. Hoje em dia, há um
prazer enorme nisto. As facilidades que geralmente encontramos: cartões de
crédito, promoções, encantam quem estimula-se com compras. Mas é possível não
render-se a tudo isto?
Reflita: o que você deseja
conseguir quando compra? Talvez esta resposta ajude no verdadeiro encontro com
a realidade e a possibilidade de preenchimento.
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