11 de jun. de 2015

Quem tem medo do lobo mau?

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"Quem tem medo do lobo mau? Lobo mau, lobo mau. 
Quem tem medo do lobo mau? Lá, lá,lá, lá", lá...

Crianças no jardim do prédio. Cantam, correm, repetem a canção e parecem não cansar: Quem tem medo do lobo mau? Perguntam em alto e bom som, mas ninguém responde, a não ser com a mesma pergunta cantada: Quem tem medo do lobo mau? Creio que todos nós, um pouco, pequenos e grandes. Cada período da vida com seus lobos diferentes. Cada amadurecimento nos faz matar alguns lobos de dentro.

Assim como na história da Chapeuzinho Vermelho, onde o caçador ajudou a garotinha a se livrar do lobo mau do momento, precisamos encontrar estratégias (leia-se pessoas, atividades, serviços profissionais) que nos ajudem a enfrentar os nossos lobos internos, fazendo as vezes do caçador. É sempre bom poder voltar para casa em segurança e dormir con-ten-te.

E você, já refletiu sobre quais são os seus lobos maus? O que eles estão fazendo com você e sua identidade? São novos lobos ou ainda traz uma porção da infância? Reflita e se precisar, busque ajuda de um "caçador de lobos" profissional.

Psicóloga Mayara Almeida
mayarapsicologia@hotmail.com

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5 de jun. de 2015

Autocuidado

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Leia as afirmações abaixo com atenção, e identifique se alguma delas ocupa as suas ideias:

1. Eu não sou boa (ou estudiosa, bonita, magra, jovem, inteligente);

2. Só serei feliz quando ele mudar;

3. Se eu fizer tudo o que os outros desejam, não serei rejeitada;


4. Se eu ganhar uma promoção no trabalho serei respeitada;

5. Eu sempre tenho que lutar pelas minhas coisas, enquanto outros têm tudo mais fácil.

Os pensamentos tem função determinante em nossa vida, pois é a partir deles que iniciamos a costura dos nossos afetos positivos ou negativos. É também na imaginação que surgem os nossos projetos, as nossas decisões. O que pensamos e acreditamos, contribui, e muito, para nos tornarmos quem somos. Assim, mudar depende - em parcela significativa - da nossa mudança interna, da identificação daquilo que acreditamos profundamente e tantas vezes, inconscientemente.
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2 de jun. de 2015

Carpe Diem: A arte de se presentear com um tempo.

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(Texto publicado, originalmente, na Revista Fashion News - maio/2015)

Geralmente não pensamos no valor do tempo a não ser quando ele está em falta - ainda assim, quando há tempo disponível, nos sentimos estranhos, com tédio, sem saber o que fazer com as horas livres que nos convidam a escolher. Nessas situações, muitas vezes, escolhemos fazer qualquer coisa, sem refletir se, de fato, será agradável para nós. Algo que é tão valioso - pois é através dele que fazemos uso da nossa energia diária - não é de se deixar sem proveito. De tempos em tempos, recomendo esse presente: um tempo só para você. Para manter seu equilíbrio e energia. Para recarregar as ideias, para estar consigo mesma, para viver o momento, para inspirar-se. Estes momentos de retiro pessoal são extremamente importantes para reconhecer as verdadeiras prioridades em sua vida.
Mas como fazer? Como usar o tempo a seu favor? Não há uma regra, deve ser algo que faça sentido para você. Algo sob medida para seu momento e suas necessidades. Comece pelo seu “por que”. Por que você quer realizar essa atividade? Qual é o significado dela para você?
Posso citar alguns exemplos:
- Criar um momento de cuidados pessoais prazerosos: um escalda-pés, banho à luz de velas, automassagem ou até marcar uma massagem num local adequado.
- Algumas horas de silêncio ou de leitura agradável.
 - Passear na praia e colocar os pés na areia.
- Ir para uma cafeteria e aproveitar o momento lendo um belo livro ou na companhia de um caderninho para anotar ideias.
- Escutar uma música de olhos fechados.
- Fazer um mural de inspirações, com temas que lhe motivam.
- Praticar momentos de meditação, da maneira que mais se adequar ao seu jeito de ser.
- Cantar ou dançar, elevando sua energia e bem estar.
- Contar com apoio de profissionais de saúde (psicoterapia) para lhe orientar e ampliar seu crescimento.

Na verdade - e que bom - há muitas opções para você se dar um tempo e, a maioria delas, só precisa de você, sua presença e o tempo que você vai se permitir aproveitar. A partir daí, podem até surgir importantes insights, pois você está mais presente, distante do foco excessivo no externo e conectada com o mundo interno. Se desejarmos soluções diferentes, precisamos agir diferente. Deixar fluir, deixar ser fácil. Permitir-se.

Psicóloga Mayara Almeida
mayarapsicologia@hotmail.com

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