25 de jun. de 2015

Doenças psicofisiológicas e seus aspectos emocionais

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A predisposição genética ou o que podemos chamar de dna psíquico, somado aos fatores ambientais, podem influenciar o surgimento ou piora do quadros psicofisiológicos. Assim, reações orgânicas, também podem estar diretamente relacionadas aos estados emocionais do indivíduo, causando sintomatologias crônicas, inclusive.

O corpo reage a cada investimento positivo ou negativo que proporcionamos a ele e as emoções são como um cobertor que envolve o organismo interno, nada chegando ao mesmo, sem ser tomado de sensações psíquicas. 

A dor e o incômodo físico são sintomas de algo que já tem um caminho percorrido e por isso, muitas vezes, configura-se em doenças muitas graves e desagradáveis. A dor avisa um limite. Há um receio por trás de cada sintoma corporal. Algo que sinaliza possível sentimento de inadequação e medo de lidar com a própria realidade.

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22 de jun. de 2015

Quanto tempo é "normal", para um casal, ficar sem relação sexual?

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Não considero adequado falar em normalidade, pois a ausência ou baixa frequência de relações sexuais em um casamento só deve ser considerada como dificuldade se um dos parceiros não estiver satisfeito, ou seja, é o próprio casal que estabelece o ritmo.

Muitas vezes, os veículos de comunicação propagam padrões sexuais que não se aplicam a todos, e o casal enxerga problema onde não há, porque estabelece uma comparação com outros.

Se eu posso dar uma certeza, é que cada casal faz a sua costura de decisões afetivas, incluindo a frequência das relações sexuais. Não deve importar o quê, ou como, os outros vivem. É No um a um que se sabe um pouco sobre algo.

Psicóloga Mayara Almeida
mayarapsicologia@hotmail.com

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18 de jun. de 2015

Tempo. Você tem?

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A urgência caracteriza os nossos tempos atuais. Um aspecto que entra num embate subjetivo com os limites do nosso corpo e mente. "Coloque seu relógio ou vai se atrasar. Não esqueça o celular ou vai se atrapalhar. Criança pediu, tem que dar. Caiu? Não chore, não chore, talvez o outro não vá aguentar". Tempo-limite. Em jaula. Tempo que determina. Despertador. Tempo do adulto. Tempo da criança. Primeiro tempo. Corrido. Segundo tempo. Dá tempo ainda? Não, não. Quero um tempo que norteia, mas não é dono de quem sou e daquilo que desejo ser. Tempo-livre. Tempo meu. Tempo possível.

Psicóloga Mayara Almeida
mayarapsicologia@hotmail.com 
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