7 de dez. de 2014

Timidez

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A timidez é definida como um desconforto nas atividades sociais que atrapalha a pessoa na conquista de seus objetivos, sejam eles pessoais ou profissionais. A timidez pode ser crônica, caracterizada por um desconforto diante de toda e qualquer situação social, ou situacional, quando a pessoa apresenta a dificuldade somente diante de uma situação específica.

Uma das estratégias que o indivíduo pode utilizar para aumentar suas chances de sucesso, é tentar ensaiar menos (mentalmente) antes de entrar numa situação. O tímido pensa demais, e isso compromete a espontaneidade.

É importante buscar a ajuda de um profissional, porque há uma porção de coisas que não conseguimos fazer sozinhos, e dessa forma, será bem vindo o ponto de vista de alguém neutro e bem preparado.

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5 de dez. de 2014

Entrevista - Orientações para Adolescentes

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1. Aluna de Psicologia - Unipê:
Os jovens "ficam" para evitar relacionamentos mais sérios?

Psicóloga Mayara AlmeidaAlguns sim, pois nestes casos, não possuem família de referência que tenha os ensinado a valorizar a responsabilidade de uma relação.
2. A.P - Unipê:
Os adolescentes possuem medo de relacionamentos?

Psicóloga Mayara Almeida: Devido às mudanças naturais desta fase, os jovens podem ficar em dúvida sobre as experiências que compõem este momento de transição entre a infância e a vida adulta.

3. A.P - Unipê:
O que os adolescentes falam sobre seus relacionamentos?

Psicóloga Mayara Almeida: Faz-se necessário desenvolver um vínculo de confiança e logo que sente-se à vontade, iniciam uma comunicação mais aberta, buscam sanar dúvidas e receber orientações que não os critique ou diminua.

4. A.P - Unipê:
Como no mundo de hoje os adolescentes estão iniciando a vida sexual mais cedo, qual orientação daria para os pais dos mesmos?

Psicóloga Mayara Almeida: É importante que os pais iniciem a construção de um relacionamento seguro com os filhos, para que estes possam vir em busca quando não souberem que caminho seguir. E como fazer isso? Inicialmente, apresentando-se disponível e atentos às suas angústias e dúvidas, como uma forma de dizer: conte conosco.

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28 de nov. de 2014

Transtorno Obsessivo Compulsivo - TOC

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O Transtorno obsessivo-compulsivo consiste na combinação de obsessões e compulsões. Obsessões são pensamentos recorrentes e insistentes que se caracterizam por serem desagradáveis, repulsivos e contrários à índole do paciente. Como o paciente perde o controle sobre os pensamentos, muitas vezes passa a praticar atos que, por serem repetitivos, tornam-se rituais.
As compulsões podem ser secundárias às obsessões: são gestos, rituais ou ações sempre iguais, repetitivas e incontroláveis. Um paciente que tente evitar as compulsões acaba submetido a uma tensão insuportável, por isso sempre cede às compulsões.
No transtorno, os dois tipos de sintomas quase sempre estão juntos, mas pode haver a predominância de um sobre o outro.

* Os sintomas obsessivos mais comuns:
- Medo de contaminar-se por germes, sujeiras etc.
- Imaginar que tenha ferido ou ofendido outras pessoas
- Imaginar-se perdendo o controle, realizando violentas agressões ou até assassinatos.
- Pensamentos sexuais urgentes e intrusivos
- Dúvidas morais e religiosas
- Pensamentos proibidos

* Os sintomas compulsivos mais comuns:
- Lavar-se para se descontaminar
- Repetir determinados gestos
- Verificar se as coisas estão como deveriam, porta trancada, gás desligado, etc.
- Tocar objetos
- Contar objetos
- Ordenar ou arrumar os objetos de uma determinada maneira
- Rezar

Além dos sintomas, são necessários outros critérios para fazer o diagnóstico: o tempo gasto com os sintomas deve ser de no mínimo uma hora por dia ou quando o tempo for inferior a isso é necessária a existência de marcante aborrecimento ou algum prejuízo pessoal. É preciso que em algum momento o paciente reconheça que o que está acontecendo seja excessivo, exagerado, injustificável ou anormal. Isso faz com que o paciente ache que está enlouquecendo e tente esconder o que se passa, fica assustado e quando chega ao médico apresenta essa preocupação.

Este transtorno apresenta dois picos de incidência: o primeiro na infância e o segundo em torno dos trinta anos de idade. Muitas crianças apresentam esse problema nessa fase e depois nunca mais têm nada. Outras continuam tendo durante a vida adulta. Os adultos também apresentam oscilações do problema; podem ficar livres dos sintomas e dos remédios, mas também podem precisar de uso contínuo.

Psicóloga Mayara Almeida
mayarapsicologia@hotmail.com

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