27 de mar de 2016

Paradas de vez em quando, para continuar sempre.

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Dia desses assisti à uma palestra onde o moço no palco apresentava traços de cansaço físico e mental: ombros curvados, falas entrecortadas e um recado para os que esculpiram a interpretação: não sou exemplo. Não quero aqui dizer que não é permitido demonstrar cansaço ou indisposição, mas sim, reconhecer os limites pessoais e refletir que tempo de qualidade gera boas ideias, enquanto quantidade de horas não é receita de sucesso.

Lendo a revista Cláudia (p. 42, março/2016) encontro o seguinte dado: "um estudo recente apontou que a produção média por pessoa em uma semana de 40 horas é de uma hora e meia por dia apenas! Quer dizer, somos estressados e ineficazes..."


As coisas começam a dar mais certo quando você se concentra na sua zona de habilidades. Não é egoísmo ou deixar tudo para trás, mas reservar tempo agradável para fazer aquilo que te mantém conectado consigo mesmo. Corremos tanto... Mas isto não faz o nosso dia maior, porém, cansativo. Há muito a ser vivido de maneira mais leve, mesmo dentro desse turbilhão de coisas a fazer.

O corpo pede calma e os dias pedem delicadezas. Lembre-se de relaxar e ter experiências leves de descanso. Mente e corpo agradecem.

Mayara Almeida
Psicóloga - CRP 13/5938

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