1 de ago de 2015

Infância e Tecnologia - Quais os prejuízos quando o uso é em excesso?

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A tecnologia veio e que bom, nos trouxe muitos benefícios, mas usá-la bem é extremamente necessário para o estabelecimento do equilibrio na vida real. 

No mundo virtual, a vida é editada e garante curtidas aos aprovados socialmente, por isso, muitas pessoas que se sentem solitárias abrem ou reativam uma conta das redes sociais.

No caso das crianças, a atenção precisa ser redobrada, pois o desenvolvimento psíquico saudável, exige tempo e condições favoráveis para tal. Pesquisas já trazem os resultados de que a radiação emitida pelos aparelhos é mais absorvida pelos bebês e crianças pequenas, considerando as características do tecido nervoso e a proteção óssea do crânio que é mais fina, pois está em processo de estruturação. Uma exposição desenfreada, no estilo "babá eletrônica" - a qualquer tempo - pode vir a resultar em degeneração da bainha de mielina,  proteção que envolve os neurônios,  ca usando prejuízos.


●Ainda, alguns aspectos podem ser considerados, se houver uso em excesso:

- Dificuldade em respeitar a própria privacidade e a privacidade alheia;
- Atraso no desenvolvimento da coordenação motora;
- Dificuldade de interação social;
- Consumismo;
- Dificuldade para concentrar-se nas atividades escolares.
- Dificuldades em desenvolver habilidades emocionais, como por exemplo reconhecer alegria e tristeza - pois numa conversa com presença física não apresentamos carinhas ou "emocions" para estabelecer contatos. 

● Mas, o que fazer? Trago algumas sugestões para o dia-a-dia:

- Limite o tempo de tela de seus filhos (sim, sim, e o seu também). Para os menores de 2 anos, o recomendado é zero. Se essa ação for realmente inviável, faça o possível para chegar o mais perto possível. 
- Para os mais velhos procure limitar o tempo a duas horas por dia. Acredite: é possível. Ofereça opções e participe ensinando que pode ser muito bom.
- Combine com a criança “momentos-sem-tela” na rotina de casa (refeições sem tela, hora de dormir sem tela, substituindo pela leitura de livros, contacco de histórias, jogos de tabuleiro, brincar com objetos diferentes, inclusive o simples papel e lápis);
- Animais de estimação (com ativa supervisão e orientação dos responsáveis: ensinando à criancr como brincar e cuidar);
- Cinema (fora e em casa), praças, lugares onde seja possível desfrutsr da natureza. Tem (quase) sempre um cantinho social por perto. Ali você vai ter conversa, convívio e cuidado. Estas boas lembranças ficarão na memória afetiva da criança e poderão contribuir ativamente para o bem-estar próprio e dociso.

● Para saber mais dicas, acesse a cartilha Família Mais Segura, aqui: http://www.familiamaissegura.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Dia_das_Maes_Guia_site12.gif

Psicóloga Mayara Almeida 
CRP 13/5938

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