29 de jan de 2012

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Clamamos e pedimos a Deus, por favor
Quero esquecê-lo, quero tirá-lo do meu coração
Uma oração, uma promessa, diga-me, Senhor, o preço
A penitência, quantas valsas e dores, revele-me
A conduta adequada, a reza que vai desertá-lo

Choramos e rogamos a Deus, por favor
Uma explicação, como pude esquecê-lo tão rápido
Depois de um amor tão intenso e profundo e caro
Diga-me, Senhor, a parte do Evangelho, se fico de joelhos
Quantas, Senhor, para recordá-lo

(Matha Medeiros: Cartas Extraviadas, p.11)

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