29 de mai de 2011

Meu caso de amor.

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Conhecemos-nos ainda na infância. Uma, duas, três. Aos poucos, depois mais, quando me diziam preparada. No começo, eu sem saber direito como fazer, e todas vindo. Eu indo, todas recusando, me pedindo pra fazer direito, acertar. Eu errava tanto, mas apagava o erro e corrigia. Elas compreensivas, nunca me faltaram. Também brincavam comigo, àquelas que são parecidas, quase gêmeas. Um jogo, mas sem maldade. A gente se apaixonou aos poucos, caso de amor desde a infância, e sem uma certa explicação. Elas me salvam, me capacitam e me permitem comunicar a minha vida, a minha dor e todo o meu amor. Elas são o meu tesouro, de bronze, de prata e de ouro.

É assim, meu caso de amor com as palavras.

[Mayara Almeida]

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